Com motor 2.0 flex, o Focus retoma o discurso de carro bem-sucedido

A Ford chegou falando grosso quando lançou a nova geração do Focus no Brasil, em setembro de 2008. Disse que a versão sedã responderia por 90% das vendas do carro no país, mesmo sabendo que o hatch era mais bem-sucedido. A ideia era clara: “O hatch já tinha uma imagem. A gente queria fortalecer o sedã”, disse Katia Ribeiro, analista de marketing responsável pelo modelo, no — tardio — lançamento do Focus 2.0 Flex. Não deu certo.
Na época sem motor bicombustível e com estratégias de propaganda e distribuição tímidas (não se via muitos comerciais do Focus, não se via o carro lotar as concessionárias, como a Honda fez com o City), o sedã empacou mesmo depois de ter vencido aqui na CARRO um duelo contra os “monstros” Honda Civic e Toyota Corolla.
Confira a continuação desta matéria na edição 197 da Revista CARRO, que já está nas bancas.